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Vereadores de Rondonópolis rejeitam título de Cidadão Rondonopolitano para Ciro Gomes

  • Welington R
  • 9 de jun. de 2022
  • 2 min de leitura

A Câmara de Vereadores de Rondonópolis rejeitou a entrega de um título de cidadão rondonopolitano ao pré-candidato a presidência da República, Ciro Ferreira Gomes.

O projeto é de autoria do vereador Idevalmar Menezes, o Nenzão (PP).


O parlamentar que está em substituição a Ozeias Reis, que está licenciado, justificou o título em razão do trabalho realizado por Ciro Gomes quando era Ministro da Fazenda e da Integração Regional.


Nenzão destacou que quanto foi ministro, Ciro ajudou no desenvolvimento da cidade.


Irritado, Nenzão criticou os vereadores que votaram contra a proposta. “Isso é ser pequeno, pois alguém que se diz defensor da família, ética e moral e vim aqui fazer fakenews. Revisita a Internet, busque lá nos anais do congresso que o senhores vão saber quem vocês aprovam, Ciro tem uma biografia melhor em todos os sentidos”, disse.


A indireta de Nenzão foi endereçado aos vereadores que votaram no ano passado, a favor de um título de cidadão rondonopolitano a Jair Bolsonaro e votaram contra a honraria para Ciro Gomes. “É vergonhoso o que a cidade de Rondonópolis fez agora com Ciro Gomes”, disse.


Nenzão atacou os vereadores Gerson Moreira, o Investigador Gérson e Kalynka Meireles. Ele acusou Gerson de produzir fakenews, sobre a relação de Ciro com a ex-esposa e a Kalynka, ele afirmou que ela não teria entendido a biografia de Ciro.


“Ele não sabia nem o regimento interno, e ainda vem nos desrespeitar, ele vem aqui é da uma patada na mulher que não concorda com ele”, retrucou a vereadora Kalynka.


Gerson, por outro lado, disse que não fez fakenews e fez uma declaração baseada em fatos divulgados na Internet.


A proposta foi rejeitada decido aos sete votos contrários que a medida teve. Votaram contra o título os vereadores: Investigador Gerson (MDB), Kalynka Meirelles (Republicanos), Guinâncio (PSDB), Marisvaldo (União Brasil), Kazagrande (DC), Paulo Schuh (DC) e Batista da Coder (SD)


Fonte: Primeira Hora

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