Vereadora de Cuiabá pode perder mandato por compra de votos
- Welington R
- 31 de ago. de 2022
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Servidores estaduais teriam sido mobilizados para distribuírem os itens, em meio a um cenário que atrelava à campanha da vereadora

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) julgará, nesta quarta-feira (31), um recurso contra a vereadora por Cuiabá, Michelly Alencar (União Brasil), por suposta compra de votos com utilização de cestas básicas.
Os itens foram distribuídos pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), mas a então candidato ao legislativo municipal, aliada do governador, Mauro Mendes (UB), teria se beneficiado politicamente.
O recurso eleitoral foi proposto pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC) de Cuiabá, que apontou que Michelly teria utilizado das cestas básicas para fomentar sua campanha à Câmara de Vereadores da capital.
O PTC já perdeu uma primeira investida na 39ª Zona Eleitoral, que entendeu como improcedente o apontamento do partido, mantendo assim o mandato da vereadora.
Contudo, a sigla ingressou com recurso, reiterando a denúncia de abuso de poder e prática de captação ilícita de sufrágio por parte da vereadora.
Segundo a legenda, servidores da Setasc, dirigida pela secretária Rosamaria de Carvalho, foram mobilizados para distribuírem as cestas em pleno período eleitoral. Nas ações, haveria uso de banners, faixas e adesivos com o número de urna da então candidata.
“O recorrente aponta que todas as ações ilícitas foram publicadas nas redes sociais da recorrida Michelly, da Diretora da SETASC Rosamaria Carvalho e da primeira-dama Virgínia Mendes, tendo sido divulgado ainda, à época, por vários sitesde notícias regionais”, narra trecho do recurso.
Questionada sobre o recurso, a Procuradoria Regional Eleitoral apontou pelo desprovimento. Contudo, o caso será apreciado nesta quarta-feira (31), durante sessão virtual do Pleno.
Fonte: Minuto MT

























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