top of page

Registro da marca de fogo no Indea garante segurança e rastreabilidade

  • Welington R
  • 11 de out. de 2022
  • 2 min de leitura

Mesmo os produtores que não marcam seu gado com ferro a fogo devem procurar o Indea e apontar qual forma usada para indicar propriedade

Os produtores rurais de Mato Grosso têm até junho de 2023 para cadastrar a “marca a fogo”, utilizada pelos produtores rurais para a identificação permanente de bovinos e bubalinos no Sistema Informatizado do Indea.


Para efetuar o registro, o produtor deve levar sua ferramenta de "marca a fogo" ao Indea-MT, preencher e assinar o “Formulário para o Registro de Marca a Fogo”. Os documentos estão disponíveis no site www.indea.mt.gov.br, em Sanidade Animal > Cadastramento Pecuário.


Se possuir mais de uma marca, o produtor deve levar todas as ferramentas, registrá-las e informar quais são utilizadas em cada exploração pecuária de sua titularidade.


Quem não utiliza marcação a fogo, também deve informar ao Indea e registrar a forma utilizada para identificar seus bovinos e bubalinos, preencher e assinar a “Declaração da Não Utilização da Marca a Fogo”.


Após o registro da modalidade de identificação, ela sairá impressa na Guia de Trânsito Animal (GTA), que facilitará a fiscalização dos animais em transporte.


Caso o produtor rural não faça o registro da marca de fogo, será penalizado e não poderá emitir a GTA, inviabilizando a atividade. A partir de julho, a marca de fogo informada pela propriedade deverá corresponder à guia de trânsito, senão o produtor também poderá ser alvo de sanções.


Além de melhorar a rastreabilidade do rebanho, a medida também representa mais segurança e inibe ações de roubos e furtos de gado no estado, identificando a quem pertence os animais.


Conforme os dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), de janeiro a agosto deste ano foram registradas 160 ocorrências de furto de gado e outros cinco registros de roubo. A quantidade de animais não foi especificada.


“O registro da marca de fogo é para complementar a Guia de Trânsito Animal (GTA), gerando maior segurança ao produtor”, explicou o coordenador de Defesa da Sanidade Animal, Felipe Peixoto.


Fonte: GD, Gazeta Digital


Comentários


d63ec30a03562c48f1115f7ff9a5f2e7.gif
d63ec30a03562c48f1115f7ff9a5f2e7.gif
bottom of page