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Número de focos de calor em MT foi 23% maior neste ano em comparação com 2021, diz pesquisa

  • Welington R
  • 13 de jul. de 2022
  • 2 min de leitura

De acordo com o Instituto Centro de Vida (ICV), o estado já registrou 6,8 mil focos de calor.

O número de focos de calor em Mato Grosso foi 23% maior entre 1° de janeiro e 30 de junho deste ano se comparado com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Monitor de Queimadas do Instituto Centro de Vida (ICV), o estado já registrou 6,8 mil focos de calor.


O estado se manteve em primeiro lugar entre as unidades federativas com mais focos de calor no Brasil, conforme o ICV.


Dois municípios de Mato Grosso registraram os maiores números de focos de calor no período analisado. Em Feliz Natal, a 518 km de Cuiabá, foram registrados 460 focos de calor.


O segundo colocado no ranking é Nova Ubiratã, a 506 km de Cuiabá, com 447 focos entre janeiro e junho.


Os dois municípios juntos são responsáveis por 13% dos focos em Mato Grosso e não possuem unidade permanente do Corpo de Bombeiros.


Conforme o ICV, esses municípios contam com brigadas temporárias, que tentam contornar o problema dos incêndios florestais durante o período da seca.

Em todo o estado, apenas 41 municípios possuem unidades permanentes do Corpo de Bombeiros. Outros 100 municípios não possuem.


No entanto, a análise identificou que houve um aumento de 13 brigadas e unidades do Corpo de Bombeiros em comparação ao ano anterior no estado.


As brigadas vinculadas ao Governo Federal também sofreram redução. As ligadas ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por exemplo, passaram de seis para quatro unidades.


As do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), também tiveram queda, de 14 para 12. Destas, duas brigadas estão em assentamentos da reforma agrária e outras 10 em Terras Indígenas.


O destaque do levantamento são as brigadas comunitárias que tiveram um aumento nesse ano, passando de 11 para 21. Das 10 novas brigadas mapeadas, cinco delas foram implementadas no Pantanal Mato-grossense.


Período proibitivo


O fogo faz parte do processo de desmatamento que consolida a conversão da vegetação nativa em Mato Grosso. É a alternativa mais comum para mudar a utilização do uso da terra. Neste ano, o estado definiu o período entre 1° de julho e 30 de outubro.


A proibição do uso do fogo também é decretada pelo Governo Federal, válido por 120 dias.


No período fica proibido todas as atividades de limpeza de pastagem com o uso do fogo nas áreas rurais não poderão ser realizadas.


Fonte: G1






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