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Mendes articula carta a Lula com governadores da Amazônia Legal

  • Welington R
  • 15 de nov. de 2022
  • 2 min de leitura

O governador Mauro Mendes (União) e outros chefes de Estados que integram a Amazônia Legal vão entregar ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma carta que busca equilibrar as questões ambientais e a produção sustentável, principalmente no agronegócio.


Durante entrevista à CNN, o chefe do Executivo explicou que os gestores buscam um consenso para finalizar o documento que será entregue ao petista nesta terça-feira (15).


“Com certeza, essa carta será divulgada junto com a entrega dela ao presidente [eleito]. Nós estamos, neste momento, dialogando para criar um consenso daquilo que nós vamos ao falar ao próximo presidente do nosso país”, explicou Mendes nesta segunda-feira (14).


Mendes está em viagem na cidade Sharm El-Sheikh, no Egito, onde participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022 (COP-27). Segundo ele, estão sendo discutidos temas importantes, como aquecimento global e a segurança alimentar.


Nesse contexto, o gestor reiterou a necessidade de que “o Brasil precisa se fazer mais respeitado” diante das questões ambientais.


“E nesses dois pontos importantes, o Brasil e o Mato Grosso, nós somos grandes protagonistas. Porque, o Brasil é hoje o maior exportador líquido de alimentos para o planeta. É um país que faz isso tendo grandes ativos ambientais. O meu estado, por exemplo: nós somos o maior produtor brasileiro e preservamos 62% do nosso território”, afirmou.


‘Não podemos falar em desmanto zero’


Ao final ele ainda explicou o fato de ter contestado Lula em relação ao zerar o desmanto, o que segundo o gestor, seria impossível diante da produção.


“Nós brasileiros queremos preservar, mas não podemos fazer uma oferta dessa ao mundo sem antes ter uma grande discussão e saber das consequências... No Brasil, em algumas regiões, se alguém tem lá uma fazenda de mil hectares, você só pode usar 200 e o restante tem que preservar. Então não podemos falar em desmanto zero, se não estaríamos abrindo mão desses 20% que temos para produzir. O que precisamos fazer é combater o desmanto ilegal”, finalizou.


Fonte: GD, Gazeta Digital


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