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Federação quer palanque pró-Lula e pressiona aliados por candidatura ao governo

  • Welington R
  • 22 de jul. de 2022
  • 2 min de leitura

O deputado estadual Valdir Barranco (PT), presidente do partido no Estado, disse nesta sexta-feira (22), que a federação do PT, PV e PCdoB está em “construção permanente” para definir um nome que possa enfrentar o governador Mauro Mendes (União Brasil), nas urnas em outubro próximo. “É uma construção permanente. Nós estamos tendo reuniões todos os dias, até três ou mais reuniões no dia”, disse o parlamentar.


Conforme Barranco, a ideia do grupo é garantir um palanque para a candidatura do ex-presidente Lula da Silva. “Nós queremos colaborar com a eleição do presidente Lula e o agro na campanha é importante. Mas ainda não temos nada acertado, nem em relação ao Senado também. O que nós não queremos é o projeto que está aí do Mauro Mendes, porque nós representamos uma fatia da sociedade que foi muito prejudicada pelo programa de governo que foi implementado pelo governador Mauro Mendes”, disse.


“Exigimos que tenha uma candidatura ao governo que possa representar os anseios dessa fatia. Se não for o Fávaro ou outro nome deles, será da federação, nós teremos, e aí, obviamente, a construção do Senado também voltará a estaca zero”, afirmou.


O presidente do PT afirmou ainda que as criticas devido a aliança da federação com representantes do agronegócio não representam o sentimento da maioria. Conforme Barranco, “a maioria deu parabéns pela construção do presidente Lula. A gente tem se falado todos os dias. Quem destoa disso não está com o presidente Lula. Não está compreendendo que o maior objetivo nosso é vencer as eleições para presidente da República, que não será fácil. Não será fácil derrotar o Bolsonaro. Provavelmente será no segundo turno, tudo indica que será no segundo turno”, prevê o parlamentar.


“Então nós precisamos construir alianças. Com relação ao Neri, por exemplo, ter estado com Bolsonaro e agora estar conosco, é uma vantagem muito grande para nós, é algo que temos que comemorar. O presidente Lula tem que comemorar. É tirar alguém de lá e trazer para cá, e nós queremos trazer outros que estavam do lado de lá”.


Fonte: O Documento



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