Deputado estadual e federal querem chefiar o Alencastro, a partir de 2025
- Welington R
- 25 de out. de 2022
- 2 min de leitura
Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT e o federal pupilo do governador querem o Alencastro

Nem bem acabou o pleito eleitoral de 2022, aliás, ainda enquanto um segundo turno presidencial ainda pega fogo, e muita gente do União Brasil de Mato Groso não consegue segurar a ansiedade por 2024.
Internamente no partido já começou a articulação como foco, sobretudo, na disputa pela sucessão na Prefeitura de Cuiabá. Dois nomes surgem já numa espécie de “guerra fria” para disputar o cargo pela sigla.
Trata-se do deputado estadual reeleito e atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, Eduardo Botelho (União), e o deputado federal eleito, Fábio Garcia (União).
Os mais velhos primeiro
Botelho, todavia, saiu na frente com seu projeto, que já é conhecido no meio político há anos, inclusive por reiteradas falas do veterano atrás e nas frentes das cortinas sobre o projeto.
Garcia, todavia, não mostra nenhuma pré-disposição de respeitar qualquer condição relativa a idade do “rival interno” e já trabalha para ser ele o candidato. O mais jovem tem como trunfo uma maior proximidade com o governador, Mauro Mendes (União).
O mais velho, contudo, conta com a ALMT nas mãos e já trabalha para conseguir o aval do STF para asim seguir. Diante disso, sua “moeda de troca” para sentar numa mesa de discussão sobre o futuro com o governador fica mais valiosa, diante dos interesses da gestão com o parlamento estadual.
Pressão
O senador Jayme Campos (União), um dos principais caciques da legenda, afirmou que Botelho precisa definir suas prioridades políticas, mas acredita que ele é um bom nome para disputar a eleição em 2024.
“Em relação um novo projeto político que acontecerá em 2024, quando teremos eleições municipais, eu vejo com todas as condições de ele [Botelho] ser um bom candidato a prefeito de Cuiabá. Mas, nós temos muita água para correr debaixo da ponte”, disse.
Uma saída
Paralelamente a essa articulação, Botelho tem seu nome cotado para conselheiro do Tribunal de Contas do Estado – TCE, cobiçado cargo vitalício que tem na caneta do governador um peso enorme para sua definição. Essa condição poderia abrir caminho para Fábio Garcia, diante da contemplação prévia de Botelho.
Ainda sonham também em disputar o cargo de prefeito, mas com muito menos capilaridade eleitoral, o atual secretário-chefe da Casa Civil do Palácio Paiaguás, Rogério Gallo e ainda o suplente de senador eleito, Mauro Carvalho.
Palavra do governador
O próprio governador já fez questão de citar todos e ainda acrescentou o ex-secretário de saúde, Gilberto Carvalho (União), que naufragou na busca pela ALMT, e o eleito Beto “Dois A Um”, que embora seja do PSB também é pessoa da mais alta confiança de Mendes.
“Eleição 2024, só em 2024. Ainda não tratamos sobre isso, mas temos o Fabinho, Galo, Botelho, Beto, Gilberto e Mauro Carvalho (…) Estou citando alguns nomes, pode ser que apareçam outros”, completou.
Fonte: Minuto MT

























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