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Aluno 'ataca' 12 colegas com injeção de insulina em escola em MT; todos acabam na UPA

  • Foto do escritor: TOP Juscimeira
    TOP Juscimeira
  • 15 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura

Estudantes fizeram testes para diversas doenças e exames deram negativo; eles seguem sendo monitorados


Um estudante da Escola Estadual José Domingos Fraga, em Sorriso, atacou os colegas de turma com o estojo de insulina do pai, que é diabético nesta segunda-feira (14). Ao todo, 12 adolescentes sofreram os ataques e foram encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município onde realizaram testes para hepatites B e C, sífilis e HIV.


Todos os adolescentes testaram negativo para as doenças. Mesmo assim, seguirão sendo acompanhados por equipes médicas.


Segundo a Secretaria de Saúde de Sorriso, o pai do adolescente que levou o estojo é diabético e usa insulina. O adolescente teria pego o estojo escondido da família em casa e levado para a escola para testar os colegas.


De acordo com os envolvidos, o adolescente ofertou a testagem para dois colegas antes do início da aula. Ambos concordaram e foram perfurados no dedo.


Já no momento do intervalo, sem os demais estudantes perceberem os dois alunos anteriormente testados perfuraram outras colegas nas costas e braços sem que esses tivessem sido comunicados. No fim do intervalo, com o retorno à sala, uma professora ouviu falar em “picada” e perguntou o que estava acontecendo; assim, o caso foi relatado e imediatamente a coordenação passou a ligar e comunicar as famílias envolvidas para recomendar que procurassem atendimento adequado para a situação.


A Secretaria de Saúde orientou que, caso mais alguma criança ou adolescente tenha sido perfurado e ainda não procurou atendimento especializado, a família sugeriu que o encaminhe para atendimento em uma Unidade Básica de Saúde em que também são ofertados todos os exames para hepatites B e C; sífilis e HIV ou que procurem diretamente a UPA onde os 12 primeiros testes já foram realizados.


A situação ainda foi comunicada pela própria escola ao Conselho Tutelar, que fará um trabalho psicossocial com todos os alunos da unidade.


Fonte: MidiaJur

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